As sobremesas variavam entre a mousse de chocolate e o arroz doce e rodaram e r
odaram e rodaram, sem que ninguém as comesse. Porquê? Porque uma parte dos convidados já tinha fugido para jantar na Portugália.
Hoje ninguém fala das qualidades do local idílico, do maravilhoso fim de tarde junto ao Rio, do Pedro Miguel Ramos ou de outros famosos presentes, falam sim, na falta de comida. Das roupas também não posso falar, pois a onda era mais cool e os vestidos e as clutches foram substituídos por calças de ganga.
Pouca comida elevada ao Kubo não foi o suficiente, para me animar. Mas o espaço é memorável…
Saber mais em: T. 21 393 29 30
Tita L. Mayer
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