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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Passeio nas Galanteias Praias da Caparica

Saí de casa eram 15h30 e cheguei à Costa da Caparica ainda não eram 16h. É Outono e por isso as pessoas dispersaram-se na escolha de programas para passar a tarde. Tive curiosidade de ver como tinham ficado as obras na Costa da Caparica, depois da polémica do último Verão ´praia´ fechada, inacessível e de o mar estar a ganhar terreno às praias. Deparei-me com um trabalho de requalificação notável.

O Ideal era que estivesse terminado e que as pessoas não tivessem que se aglomerar em determinadas zonas, porque os andaimes e os materiais de obras teimam em não abandonar o local. Mas perfeições à parte, o areal da praia perde-se na linha do horizonte. As praias têm várias escadas de acesso, rampas para os deficientes e carrinhos de bebé. O piso que liga todas as praias e permite longos passeios é de um material anti-quedas para as crianças. Há ciclo-vias para bicicletas, patins e afins. E os bares de apoio estão simpáticos, homogéneos, limpos, com decoração e serviço razoável. Há casas de banho, enfermarias, no fundo infra-estruturas dignas de uma costa tão bonita e com tão praias galanteias.

Sofia Almeida

Créditos Fotográficos

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

A Praia da Terra Estreita

Estive recentemente no Hotel Vila Galé Albacora, em Tavira, e devo dizer que adorei o conceito. O Hotel nasceu da recuperação de um antigo arraial de pesca de atum. Esta origem contribuiu para as características arquitectónicas e culturais distintas no Hotel Albacora, inserido em pleno Parque Natural da Ria Formosa, no Algarve. O hotel tem um museu e uma capela.

Chegados ao Hotel informaram-nos que tínhamos acesso à praia da Terra Estreita. A travesia é feita de barco, por 2,40 EUR, ida e volta. Os barcos têm horário marcado e apanham-se no Cais do Hotel.

Assim fizemos. Chegados à praia ficámos encantados. Desde o areal à temperatura da àgua, tudo fantástico. A praia é na ilha de Tavira, e é um retiro tranquilo para banhos relaxantes em pleno Algarve. A vista vale pela riqueza natural.

A empresa “A Vida é Bela” transformou a Terra Estreita numa Experience Beach, que pertence ao catálogo de experiências da empresa.

Não estando hospedado no Vila Galé, o percurso até à Praia da Terra Estreita pode ser feito no cais de Santa Lúzia, Tavira. O embarque é feito numa pequena lancha, e segue-se numa viagem de cerca de cinco minutos. A travessia faz-se pelo custo de 2,50 EUR, ida e volta.

Cláudia Neves

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Jantar com os “Pézinhos na Areia”

Entre Tavira e Vila Real de Santo António, a 10 Km da fronteira com Espanha, situa-se a Praia Verde. Aqui encontramos um restaurante de comida típica do Algarve, o Pézinhos na Areia que fica mesmo sobre a praia, onde se pode saborear várias especialidades de peixe e marisco.

Como é Agosto, e como me tinham dito que o restaurante era bastante procurado decidimos reservar. Convinha não desiludir, pois era um jantar surpresa e tínhamos um grupo de amigos que vinha de propósito de Lisboa só para jantar.

Chegámos e o ambiente estava óptimo. Noite quente, e uma mesa na esplanada. So fare so good. Começámos com mojitos e uma variedade de entradas.

Trazida a lista, há imensas coisas saborosas. Para lá dos peixes, há coisas originais, como as pataniscas de camarão. Foi a minha opção. Óptimas.

As sobremesas também apeteciam, mas o Verão não permite mais extravagâncias. Os empregados foram muito simpáticos. Saliento a resposta que obtivemos no fim da noite, quando nos alargavamos na conversa... à pergunta “a que horas fecham” recebemos a simpática resposta “fechamos quando tivermos que fechar, não se preocupem, sem pressas”.

Se estiverem por perto visitem.

Saber mais em: Pézinhos na Areia

Cláudia Neves

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Despedida de Solteira com muito sol e muita praia!

Foi um dia em cheio. Apanhámos a noiva, a minha amiga Mónica, às 08h30 no Príncipe Real. Juntámo-nos todas para beber café no novo quiosque da Catarina Portas. A Mónica não sabia ao que ia, mas já estava feliz por se ver rodeada pelas suas grandes amigas de sempre. Pegámos em 3 carros e fomos até Setúbal. Estacionámos e no Cais das Fontainhas esperámos pelo barco que nos iria proporcionar momentos inesquecíveis. O Comandante atracou e lá fomos em fila indiana para dentro dos cascos.

Levantámos as velas e esticámo-nos ao sol a beber e a comer numa animada conversa. Tivemos uma visita guiada pela costa e avistámos a bela Arrábida. Mais tarde ancorámos em Tróia. Procurámos chapéus-de-sol e de seguida foi tudo para dentro de água. Um almoço com muita conversa e muitas confissões, onde revivemos momentos de outrora, onde confrontámos histórias e trocámos datas. Falámos de pessoas que já lá vão e outras, as de sempre, as que continuam a acompanhar a vida da Mónica. «- O tempo passa!» Foi talvez a expressão mais ouvida, mas foi bom, ver as amigas de sempre, aquelas em que os dias passam e pensamos: temos que ligar, temos que estar juntas, mas momentos daqueles fazem-nos acreditar que elas estarão sempre lá.

Daqui voltámos de ferry para Setúbal e a farra iria continuar num ambiente mais intimista em casa de uma amiga. Adorei o dia Mónica, a ti às tuas amigas, às minhas amigas, às nossas amigas agradeço o dia especial e seguramente inesquecível para juntar a outro momento parecido com este, para breve!

Em especial, a Ti e ao Afonso muitas felicidades (Todas!). E em pensamento eu estarei lá contigo :)

Um grade beijinho e bom Casamento!

Sofia Almeida

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Praia da Póvoa do Varzim

A Póvoa do Varzim cidade galanteia do Norte, veste-se a rigor para receber os veraneantes de Agosto. Outrora palco de férias de muitas famílias abastadas do norte, hoje recebe toda as pessoas independentemente do extracto social. Procurava uma feira de stock out organizada pelos comerciantes da região que ficava no final do "paredão" das praias e foi quando consegui observar alguns dos aspectos relatados que me fizeram viajar no tempo.

Via todas as aquelas barracas às riscas alinhadas. As cores que predominavam era o azul e o branco. No inicio de cada alinhamento estava uma placa tosca, pintada à mão, onde se conseguia ler o numero do corredor e da respectiva barraquinha. A praia estava pejada de gente, uns de fato de banho, outros de calças arregaçadas, e outros ainda que simplesmente se passeavam.

As barracas estavam repletas de famílias. A avó que aproveitava a sombra do toldo para fazer renda. A mãe agarrada à geleira distribuía comida por todos. O avô procurava os copos para distribuir vinho do garrafão. Todas as famílias se misturavam, com uma certa promiscuidade, pois é impossível ter privacidade. Mas não será essa a ideia, pois que de outra forma se travariam conhecimentos e boas amizades?

Cada praia tem o seu próprio bar, cujo nome se faz prevalecer ao próprio nome da praia. O bar da Mariana & Filhos, José & Alcina, etc. Todos os anos os clientes habitué se reúnem para beber uma cerveja, comer tremoços, trocar hiestórias e jogar cartas ou dominó.

Uma fotografia das praias do antigamente, projectada numa procissão de carros que se arrastava lentamente à beira do areal, naquele dia de Agosto.

Sofia Almeida

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Um dia mágico em Tróia

Tróia tem sido um destino controverso e muito comentado pelo encanto das suas paisagens e simultaneamente pelo seu subaproveitamento. A semana passada fui in loco conhecer as últimas alterações.

Chegámos a Setúbal e almoçámos num daqueles restaurantes de grelhados junto à linha de água. Um bom serviço e um bom peixe. Mais tarde entrámos no carro e fomos pacientemente aguardar pelo catamaran verde que transporta sonhos e expectativas de uma margem para outra. A espera foi longa, mas lá chegou a nossa vez. Entrámos e desfrutámos do passeio.

Quando chegámos fomos em busca da praia e constatámos que Tróia tem imensos parques de estacionamento subterrâneos de acesso às praias. Existem ainda passadiços de madeira para longos passeios por cima das dunas e umas varandas de madeiras construídas para uma paisagem ímpar, perfeitas para ler um livro, descansar e desfrutar.

O dia chegara ao fim, mas ainda demos um passeio pela marina onde vimos o novo projecto da Sonae, o Tróia Resort.

Vale a pena entrar e ver a obra da artista plástica, Joana Vasconcelos "o grande sapato de salto alto"

Para o regresso escolhemos outro caminho, fomos em direcção a Alcácer do Sal e passámos pela Comporta. Um outro local a visitar e deixar vontade de voltar!

Sofia Almeida

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Praia da Falésia no Algarve - Parte 2

Quem conhece sabe que a praia da falésia é uma excelente opção para uns dias bem passados na companhia do sol e do mar. A enorme zona rochosa que abraça o extenso areal protege-nos dos ventos e do frios que se possam sentir noutras zonas do Algarve. Aqui conseguimos encontrar a natureza quase em estado puro, não fossem os acessos à praia, os chapéus e as espreguiçadeiras inspirados nos climas tropicais e os nadadores salvadores, poderíamos comparar esta a uma praia da costa vicentina e não a qualquer outra praia de um Algarve 'desenvolvido'.

Felicito o Sr. Pires que vende bolas de berlim e todos os dias calcorreia as praias para cima e para baixo e a fidelidade é tão grande que há clientes que ele já conhece pelo nome. E o discurso é sempre o mesmo «- Bom dia, então o que vai ser hoje?» «- Obrigada e continuação?» De quê fica ao critério de cada um. Felicito-o pela sua simpatia, e por ter seguido as normas de vender bolas sem creme. É pena, eu sei. Passo um ano sem comer uma bola de berlim, mas na praia sabem bem... Mas realmente, o creme, os ovos e aquele calor, dá uma mistura explosiva.

Também congratulo a Vodafone pela excelente iniciativa de colocar cinzeiros portáteis na praia. É pena que as pessoas não adiram como o esperado, mas tenhamos paciência, pois tendo o primeiro passo sido dado, aguardamos pelos dos fumadores e enquanto isso vamos vigiando de perto os nossos filhos que avidamente querem deitar areia à boca e infelizmente podem ir umas quantas beatas.

Devastadora é a vista de quem chega à praia às 09 da manhã e ainda não há carros estacionados por todo o lado e começamos a subir o monte e lá ao fundo aparece um pouco de mar que se vai alargando no horizonte à medida que nos aproximamos. É indescritível a imensidão de mar e de água, apetece-nos correr e atirarmo-nos para a primeira onda que nos fizer frente...

Sofia Almeida

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Praia da Falésia no Algarve - Parte 1

Chegada de umas férias passadas no Algarve não resisto a partilhar alguns momentos altos das férias e outros menos altos.

Seguem os menos altos, para acabarmos em grande.

Relatos de umas férias na Praia da Falésia…

Por comodidade optei por alugar um chapéu-de-sol chegada à praia. Lamento o estado em que a empresa que explora o negócio deixou chegar os chapéus e os colchões colocados em cima das cadeiras. A excessiva exposição ao sol deveria ser tida em conta e a troca destes materiais efectuada. Já que pagamos que tenhamos um bom serviço. Outra coisa que compreendo, mas não concordo é o facto de alugarmos os colchões o dia todo e às 19h os nadadores-salvadores já nos estão a tirar o conforto - «Podem ficar, dizem, mas sem os colchões pois temos que os arrumar».

Uma praia de bandeira azul devia estar mais cuidada, mas parece abandonada, pois até os placards informativos têm as folhas caídas e amareladas o que transmite, uma imagem de desleixo. O parque de estacionamento deixa-me sem palavras, pois os carros estão estacionados em todo o lado e claro os últimos a chegar já nem sequer conseguem passar pois os primeiros impedem a passagem. E lá anda a GNR a passar multas, pois nem o reboque passa. Pergunto-me como é que alguém consegue ir para a praia, deixando a sua viatura a impedir a passagem? E se esse alguém precisar de uma ambulância? Ou de forma mais altruísta, como chega o socorro à praia, em caso de necessidade?

Falando em passagem, mas agora de pessoas. É boa a ideia a de colocarem baias para que os transeuntes possam ter acesso à praia em segurança, mas o caminho é digamos, ‘de cabras’. Quem ali passe, pensa que só a água corre naquele caminho, pois durante a semana, até as baias foram sendo destruídas. Creio que um pouco de cuidado transmitia um outro ar a uma praia que se quer arranjada, pois tem qualidade para ter bandeira azul e é sobejamente apreciada por estrangeiros, pois naqueles 80 degraus, ouvia-se falar todos os dias vários idiomas.

Relato de alguém que diariamente e duas vezes por dia fez este caminho com uma criança de dois anos.

Sofia Almeida

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

DUNA BEACH - Verão chill out

Ao passar na Meia Praia, numa extensão imensa de areal, encontrámos o Duna Beach. O seu conceito natural e ecológico, inspira-se na natureza que o rodeia. A cerca de 2 km do Tivoli Lagos, o Duna Beach é servido por um transporte próprio e gratuito durante o dia, encontrando-se aberto todo o ano, o que é muito bom para todos os que procuram estas paragens fora da época do Verão. Um ambiente Chill Out complementado por uma magnífica vista sobre a praia e piscina.

Depois de um mergulho no mar e na piscina, podemos deliciar-nos com os saborosos pratos criados pelo Chef Jerónimo Abreu no restaurante e bar do Duna Beach. Ao cair da noite, o ambiente à luz das velas é o ideal para um jantar mais íntimo ou, se preferirmos, festas e eventos na praia.

O Duna Beach tem também à disposição várias actividades e serviços: desde a prática de desportos náuticos à realização de eventos. Eu fui e adorei – a aproveitar….


Saber mais em: Duna Beach

Simão Cruz

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Praia da Gralha

Aqui está uma outra praia perdida no meio de Portugal. A Praia fica em São Martinho do Porto, zona sobejamente conhecida pela sua gastronomia, noite e claro, praias. A Praia que trago é a da Gralha, não fica na linha de sucessão das mais famosas, nem perto da baía, fica sim num local com trilhos próprios e até inacessíveis. Nas largas escarpas que protegem a praia, sentimos o cavalgar de animais habituados a estas lides. Se elevarmos ainda mais o olhar, conseguimos contemplar nos céus, as cores dos parapentes que se cruzam e se deixam levar pelo sabor do vento.

O mar tem tanto de belo como de perigoso, talvez por isso se contem pelos dedos de uma mão, o número de veraneantes que partilham estas areias. O senão: não há esplanadas, nem bandeiras, nem nadadores salvadores e muito menos se vêm famílias com chapéus e geleiras.

Por outro lado, experimentem subir ao cume de uma escarpa e olhem de lá do alto, o mar com toda a sua força e beleza – é daquelas alturas em que os nossos problemas desvanecem-se com a brisa…

Miss S.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

NIKKI BEACH - Entretenimento de Luxo

O Algarve, começa a ter alguma qualidade e por isso, experimentei um novo conceito de entretenimento.

A praia, as camas Opium, o champagne e a música, tornam a praia de Vilamoura mais atraente.

O público é, como costumamos dizer "de Gama Alta" mas nem se apercebe, pois todo o ambiente é bastante descontraído. Para quem optar por frequentar o Nikki Beach estão à disposição vários cartões de cliente. O Gold, o Platinum e o Black que irão dar oportunidade aos clientes para ter um bar aberto, acesso a áreas VIP e ainda a oferta do CD Nikki. O acesso com estes cartões ao Nikki internacional é ilimitado. Pesquisei informação do Nikki em Marbella, Cannes e Miami, e todos me pareceram-me muito bem. Serão os próximos a visitar...

Aconselho a viver este Verão, uma experiência única com festivais de moda e música, dança, eventos gastronómicos e lançamentos de produtos de marcas de luxo e de prestígio mundial.

Saber mais em: http://www.nikkibeach.com/

Simão Cruz

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Praia - uma decisão sui generis

Este fim-de-semana decidi ir à Praia. Tomei esta decisão no Sábado às 09h00 e cheguei à praia às 10h30. Saí da Praia às 11h porque ia com a minha filha e achei que não seria apropriado expô-la ao sol e ao sacrifício de partilhar e de nos degladiar por uns metros quadrados de areia. Saí de casa a pensar para onde iria, e decidi ir para a linha de Cascais, pois a fila para a Costa da Caparica começava em Alcântara. Passei Oeiras e claro a praia estava à ‘cunha’ e os últimos incidentes, fizeram-me continuar a viagem. Cheguei à Torre e a fila de carros começava ainda, na Marginal. Passei Carcavelos e mais uma vez deparei-me com uma multidão de gente. Fui esquisita e por isso acabei numa praia em São Pedro do Estoril com milhares de pessoas e sem areia.

Cheguei e não é exagero, quando digo literalmente que não tinha espaço para estender a minha toalha. Fui com a minha filha brincar para a beira-mar e fomos forçadas a interagir com todos os que nos rodeavam. O calor era abrasador, mas resisti ao suplício e depois de nos salpicarmos com algumas gotas do mar e de termos respirado o ar da praia, estávamos tão cansadas como se tivéssemos passado um dia inteiro saudável entre a areia e água do mar. Viemos embora.
Às 11h15 estava de volta ao carro, indecisa sobre o que pensar da minha decisão… Foi sem dúvida uma manhã agitada!
Miss S.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Costa de Lavos - Praia Perdida em Portugal

Se lesse um comentário a dizer que havia em Portugal uma extensão de praia enorme, onde o areal se perde de vista e os horizontes terrestres e marítimos se entrelaçavam e confundiam num só, acreditava?
Acredita que ainda existem praias em Portugal, onde as pessoas se podem deitar na toalha, sem ter o cuidado de não incomodar o vizinho? Onde as crianças podem brincar à vontade, sem correr o risco de se perderem no meio da multidão? Onde pode ir à água descansado, sem medo que roubem os seus pertences?
Claro que nesta praia não encontra esplanadas que oferecem ao final da tarde enormes cocktails servidos numa esprigaçadeira. Nem encontra pessoas a vender, bolas de berlim, gelados ou línguas da sogra. Muito menos aluga barraca ou uma mota de água.
Mas encontra paz e tranquilidade. Pode estar na toalha a ler um livro que o único ruído que pode perturbar a sua concentração são as gaivotas ou o barulho das ondas.
E nesta praia, se esperar pelos pescadores, que entretanto foram para o mar, ganhar a vida, ainda pode comprar peixe, directo do mar.
Nesta praia ainda encontra à saída, uma senhora que vende saquinhos de amendoins, pistachos e amêndoas e que não o incomoda, apenas deseja que regresse amanhã.

Veja mais em:
Miss S.