
Inspirada na leitura de Agostinho da Silva das relações entre a Festa do Espírito Santo, a Ilha dos Amores e o Quinto Império, o texto e a encenação convocam palavras e figuras das obras de Luís de Camões, Padre António Vieira e Fernando Pessoa, além do próprio Agostinho, do teatro vicentino e dos Painéis atribuídos a Nuno Gonçalves.
A peça assenta numa profunda interacção entre actores e público, e o espaço onde a peça decorre, torna este espectáculo único e imperdível.
Saber mais em: Tapa Furos
Cláudia Neves
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